quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Filme:: "Viagem 2 - A Ilha Misteriosa"

Ficha:

Journey 2: The Mysterious Island
EUA , 2012 - 94 min. 
Ação / Aventura / Fantasia / Ficção científica
Direção: 
Brad Peyton
Roteiro:
Brian Gunn, Mark Gunn
Produção Executiva:
Michael Bostick, Evan Turner, Marcus Viscidi 

Classificação Etária: Livre

Produção:
Beau Flynn, Tripp Vinson, Charlotte Huggins 
Elenco:
Dwayne Johnson, Michael Caine, Josh Hutcherson, Vanessa Hudgens, Kristin Davis

Nasceu torta a franquia "Journey", que aqui foi lançada com o título Viagem ao Centro da Terra (2008) e agora ganha sua sequência, Viagem 2 - A Ilha Misteriosa(Journey 2: The Mysterious Island). E da mesma forma que foi criada se desenvolveu, toda claudicante. O título pouco remete à aventura anterior e o elenco é praticamente todo novo, exceção feita ao menino Josh Hutcherson, que trocou a companhia do tio interpretado por Brendam Frasier pela do padrasto Hank Parsons (Dwayne "The Rock" Johnson), sem qualquer menção ao passado.Assim como acontece no longa de 2008, a história começa com Sean (Hutcherson) cheio de rusgas com um adulto, para logo em seguida mostrar os dois envolvidos em uma aventura verneana, cada vez mais próximos. Tudo começa com a quebra de um código, que desta vez leva à tal Ilha Misteriosa do título do livro de Júlio Vernes e também do filme. Mas, para chegar lá, são necessárias também informações contidas em outros dois livros de ficção, A Ilha do Tesouro (de Robert Louis Stevenson) e As Viagens de Gulliver (de Jonathan Swift). Segundo a trama do filme, todos os lugares, na verdade, tratam-se da mesma ilha.Para chegar às coordenadas exatas de onde deveria estar a ilha, Sean e Hank, têm de contratar o serviço aéreo de Gabato (Luis Guzmán) e Kailani (Vanessa Hudgens) e assim é formado o grupo que vai enfrentar um furacão e cavernas cheias de insetos dos mais variados tamanhos até enfim encontrarem o avô de Sean, Alexander Anderson (Michael Caine).A ideia de juntar elementos das três ilhas fictícias em uma só história é boa e gera um cenário muito interessante. Porém, o banquete de informações e possibilidades leva a uma história com ritmo acelerado demais, que precisa ficar se explicando o tempo todo antes de partir para a próxima situação. Assim os aventureiros passam rapidamente por Atlântida, cenários liliputianos e têm de correr ainda mais para chegar à Nautilus antes que a ilha inteira desapareça novamente. Cada problema (e sua solução) pode ser prevista vários minutos antes, quando um sentimento ou um elemento é apresentado na tela. É assim com o lagarto, com a enguia elétrica e também com o sonho de Kailani.O roteiro atrapalha também os atores. Eles se esforçam até não poderem mais, tentam de todas as formas criar uma empatia com o público com piadinhas e sorrisos, mas vão afundando mais rápido do que a ilha, rumo ao fundo do mar, tal qual Atlântida. Ainda pior do que a relação filho/padrasto de Hutcherson com The Rock, só mesmo o interesse romântico do menino com Vanessa Hudgens, que só piora quando Hank resolve ter a "conversa de adulto" com Sean e o ensina os três atos fundamentais para se conquistar uma mulher.Esperava-se ao menos que o 3D, elemento em que a franquia foi pioneira, estivesse melhor. Mas nem isso. Os efeitos e os animais fora de proporção criados por computação gráfica continuam estranhos. A riqueza de detalhes é impressionante e compatível com a tecnologia de hoje, mas falta ali uma fluidez de movimento que os deixasse mais orgânicos - algo que outros filmes já provaram ser possível. Do jeito que foram apresentados, estão mais próximos do Fúria de Titãs (o original) do que para Avatar.Na segunda chance de apresentar o mundo fantástico de Júlio Verne a um novo público, os produtores mais uma vez parecem se preocupar mais com o cenário fantástico (e o dinheiro que o 3D pode trazer a seus cofres) do que com a fantástica história. E assim, mais uma vez, perdem as chances de enriquecer seus currículos e até mesmo seus cofres de verdade apresentando algo fora do comum. Mas, claro, nem todo mundo é James Cameron. 
                                                                                                                     Crítica Omelete
Ainda não assisti o filme por falta de tempo, então não posso dizer se o site Omelete está certo ou não. 

Filme:: A Invenção de Hugo Cabret

Ficha:
Hugo 
EUA , 2011 - 126 minutos 
Aventura / Drama
Direção: 
Martin Scorsese
Roteiro: 
John Logan, Brian Selznick (livro)


Produção Executiva
David Crockett, Barbara De Fina, Christi Dembrowski, Georgia Kacandes, Charles Newirth, Emma Tillinger Koskoff 

Classificação Etária - Livre

Produção
Johnny Depp, Tim Headington, Graham King, Martin Scorsese 
Elenco: 
Asa Butterfield, Ben Kingsley, Chloë Moretz, Sacha Baron Cohen, Helen McCrory, Christopher 
Lee, Michael Stuhlbarg, Emily Mortimer, Jude Law, Richard Griffiths, Frances de la Tour
Ray Winstone
Dos cineastas surgidos em Hollywood nos anos 1970 que também atuavam como historiadores, críticos ou pesquisadores, como Peter Bogdanovich e Paul Schrader, Martin Scorsese é o mais célebre. Faz todo o sentido que o seu primeiro filme em 3D, a adaptação do premiado livro A Invenção de Hugo Cabret, remeta ao passado - e mostre que o cinema já usava efeitos tridimensionais nos anos 1890.Depois da morte do seu pai relojoeiro, o protagonista Hugo (Asa Butterfield) passa a viver na Gare du Nord, a majestosa estação de trem em Paris cujos relógios o órfão acerta diariamente. Como herança, Hugo ganhou não apenas o talento com engrenagens miúdas, mas também um misterioso autômato, que o garoto tenta remontar com peças que ele rouba de uma loja de brinquedos na estação. Transcorrem os anos 1930 e ninguém desconfia que o deprimido dono da loja é, na verdade, o velho cineasta Georges Méliès (Ben Kingsley), mas isso Hugo logo descobre, quando o caminho dos dois se cruza.Quem não conhece Méliès (1861-1938) terá em Hugo Cabret, antes de mais nada, uma tocante introdução aos filmes do diretor de Viagem à Lua (1902). Enquanto os irmãos Lumière, criadores do cinematógrafo, filmavam banalidades do cotidiano em seus curtas, Méliès, veterano do teatro de variedades, levou para o cinema seus espetáculos de ilusionismo. Com seus truques de montagem e encenação, o francês foi pioneiro não só nos efeitos visuais como originou, com sua produção de mais de 500 filmes, toda a ideia do cinema como uma fábrica de sonhos.É por seu valor pedagógico que Hugo Cabret se destaca, com Scorsese usando o 3D para potencializar o efeito dos truques de Méliès no ótimo flashback que relembra o processo do mestre (como a ilusão do tanque de lagostas). Quando faz essa ponte entre o primordial (o cinema de proscênio, teatro filmado) e o novidadeiro (o 3D retrabalhando a sobreposição de camadas), o filme de Scorsese beira a epifania, a revelação.Dois olharesHá um segundo jogo duplo em curso, porém. Hugo Cabretlida com duas visões: a do cinema como artifício e fabulação, como substituição da realidade, cujo pai é Méliès, e a do cinema como registro do efêmero, do não-encenado, que observa e ambiciona flagrar o real - o cinema como concebido pelos Lumière. O cenário dessa segunda disposição é a estação de trem (o "tema" lumieriano essencial), que Scorsese elege como microcosmo de Paris logo na primeira cena: Hugo, alter-ego do cineasta, observa a estação de dentro do relógio menor e depois observa Paris do relógio maior. A sinédoque não poderia ser mais clara.Hugo vê o flerte do guarda com a florista, dos idosos e seus cães, vê os órfãos perseguidos pela polícia - compreensivelmente, a Paris de Scorsese é a Cidade Luz mítica, dos apaixonados e dos pequenos delinquentes autodidatas - pelas frestas do relógio, como um projecionista enxerga um filme pela sua cabine (em certo momento, a luz intermitente e o barulho das engrenagens dentro do relógio são idênticos aos de uma saleta de projeção). Cinema é luz, tudo reflete luz neste filme, e Scorsese deve ter escolhido Asa Butterfield para protagonizá-lo porque, com seus olhos azuis gigantes, o menino talvez seja capaz de absorver mais dessa luz do que qualquer pessoa.Mas que outra coisa faz Hugo além de observar? Há uma certa desimportância nos atos do personagem que o roteiro, talvez mais preocupado com a pedagogia (ou paternalismo?), não soluciona direito. Fica a impressão de que o "Hugo escada" - não inventa nada, mas faz funcionar; não sabe quem foi Méliès, mas acha alguém que saiba - nunca chega a tornar-se "Hugo protagonista" plenamente, capaz de interferir nas coisas que acontecem ao seu redor. Ele se encarrega dos relógios da estação, por exemplo, mas o roteiro não elabora nenhuma situação de crise entre trens e passageiros quando os relógios param de funcionar.Talvez essa dificuldade em dar mais gravidade ao personagem venha daquele jogo duplo entre as visões de Méliès e dos Lumière. No início do cinema talvez houvesse uma separação, mas o século 20 aprendeu que essas duas visões não são excludentes - o olhar isento é uma utopia, todo registro tem seus artifícios, assim como existe verdade no ilusório. Enquanto observador neste filme, Hugo se encanta com tudo, talvez porque pense que possa permanecer assim, observando, sem macular nada. Na verdade, a capacidade de ver já implica a capacidade de transformar.
                                                                                                                     Crítica Omelete

Em minha opinião concordo com a crítica do site Omelete, um ótimo filme sobre o início da história do cinema com um ator que vai entrar para o meu hall de "perseguição nos lançamentos". O filme tem uma emoção contagiante, o nem tão grande mistério do filme te envolve e te leva a querer descobrir cada vez mais sobre essa história e a querer saber mais de como começaram os filmes e cinemas. Um ótimo filme e recomendo a todos!!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como aprender a andar de skate

A pouco tempo ganhei um skate, e andar de skate não é nada fácil, e além de muito equilíbrio é necessário também possuir muita coragem para subir em cima do mesmo. É claro que suas formas são simples e é um dos esportes radicais mais simplificados devido à facilidade de compreender o objetivo final que é apenas andar e pular obstáculos em cima dele.
O skate foi inventado na Califórnia, porém no Brasil ele já é um atrativo para muitas pessoas e também um esporte extremamente conhecido e valorizado. Ou vai dizer que na sua cidade não há pessoas (principalmente garotos) andando pela rua de skates?
Mas enfim, se você deseja aprender a andar de skate, por que ainda não sabe ou mesmo possui dificuldades em entender como se dão os pulos, as maneiras corretas de dar os impulsos, eu lhe aconselharia que assistisse aos vídeos que encontramos na internet gratuitamente a nossa disposição, como no site “youtube.com”, por exemplo, onde há diversos vídeos que explicam perfeitamente como andar de skate. Mas na teoria você também poderá visualizar algumas dicas infalíveis logo a seguir.
Estudando pude perceber que andar de skate é muito parecido que surfar, afinal se uma pessoa sabe surfar, ela de fato sabe andar de skate e assim vice-versa. Mas voltando novamente ao assunto existem três formas principais de andar de skate, é isso mesmo existem três maneiras, e estas são: “mongo foot”, “goofy foot” e “regular foot”.
Se você gosta de skate já deve conhecer estas três formas, mas se você ainda não conhece, terá hoje a oportunidade de aprender.
No “regular foot” a pessoa anda com o pé esquerdo na parte dianteira do skate e com o pé esquerdo na prancha, mais precisamente na parte central, perto ao “nariz” nose do skate. E o pé direito é o utilizado para alcançar velocidade.
Já no “goofy foot” é totalmente o oposto do “regular foot”. O pé esquerdo é utilizado para ganhar velocidade, e o direito fica na parte dianteira do skate.
E o “mongo foot” devido o skatista ficar com os dois pés na parte traseira do skate enquanto o que fica mais para a parte dianteira empurra. Está é a forma considerada mias inferior pelos skatistas, já que o controle não é mesmo e a velocidade é bem reduzida.
Agora que você já sabe o básico sobre a teoria e onde encontrar vídeos específicos, só me resta lhe desejar uma boa sorte e lhe relembrar da importância de prestar atenção nos momentos em que fores andar de skate, principalmente com o trânsito.